quinta-feira, 16 de abril de 2009
domingo, 2 de março de 2008
Evolução dee ates visuais
lembrando que È nesta terça feira dia 03/03/2008 na aula da paula que teremos que entregar este seminario.......
wslyfrrz
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Não peça pra sair, professor!
Campinas, a “capital do interior”. Ex- Princesinha D´Oeste, pois até as andorinhas nos abandonaram com medo da violência, sub-produto da falta de educação vigente. 117 favelas; 189 escolas entre estaduais e municipais, fora as privadas; 3.789 professores; 16.500 alunos só no ensino fundamental; e 60 mil pessoas apinhocadas sem o básico da saúde, educação, lazer e cultura nas Glebas A e B do Pq. Oziel juntamente com Jardim Monte Cristo, configurando assim a maior ocupação sem teto da América latina. Sem contar todos os outros bairros periféricos.
Assim como no filme Tropa de Elite, esse é o retrato do cenário onde surge a figura do educador, este herói que sai de sua casa bem cedo para guerrear contra todos estes revezes cotidianos. Para ele a trincheira da luta está na sala de aula. Para a população está estampada cotidianamente no semáforo, à procura do próximo Rolex que “der sopa”. Nem precisa tanto. Como um aluno meu me disse, “fechou o vidro e trancou a porta é porque tem alguma coisa”.
Voltando ao guerreiro de jornada tripla para ganhar o razoável, vemos sempre a mesma história em nossos alunos. A desestruturação do núcleo familiar deles e que temos que remediar em sala de aula, pois é necessário aplicar o conteúdo da melhor forma possível.
Há os que comportam e absorvem. Porém, há os que entram 2 horas atrasados, falando alto e querendo montar um levante contra as nítidas precariedades que a sala de aula, pública ou não, oferece. Isso não [e só por causa do investimento, pois no curso de minha faculdade particular que financiei pela Caixa, vi muitos playboys fazê-lo, assim como meus meninos de risco. Para ser bem honesto, alguns playboys eram bem mais deseducados.
A questão mora no caráter formado até os 6 anos de idade em cada indivíduo. Eles não querem saber das boas intenções do governo. Não tem paciência parta isso. E muitas vezes eles nem sabem o que querem. Outra fase de aluna sobre uma ONG muito bem estruturada. Pergunto eu: - Mas lá não tem lanche legal, a assistente não é educada e cordial contigo? Resposta: É professor, mas eu não sei... não gosto daquele lugar.
Que lugar nossos jovens de risco social estão gostando mais hoje, então? Ora, basta ver a aglomeração que cerca o “pancadão” na Gleba B do Oziel e no Campo Belo e a Biblioteca Municipal. Onde será que ela acharia “mais legal”, num país de botecos lotados e bibliotecas vazias?
Enquanto isso, lá está nosso guerreiro, diferente do Capitão Nascimento, sem AR-15 e sua fúria, mas com um giz na mão, uma lousa razoável como a situação da Educação no País e procurando ter amor, diálogo, carinho e paciência até onde o limite da hombridade lhe permite. Pois há também os alunos que só querem saber de arruaça, quando não do lanche e da bolsa-ajuda, quando há alguma.
Através do diálogo, é papel mais que obrigatório, como manda Paulo Freire, “mergulhar na realidade” do aluno para sanar esta mentalidade através do carinho. Contudo, nem sempre o aluno, além de não permitir, quer montar milícias contra o educador.
O educador não pode se mostrar educado, nem tão pouco com medo. Sua profissão é justa, ele antes de tudo é um obstinado pela justiça social, pois se assim não fosse, não colocaria o pé para fora de casa. (...) Às vezes, esse herói passa por situações vexatórias como que passei: - Professor, você é otário em estar aqui, eu em dia de “avião” na “biqueira” ganho o dobro que você tira aqui... Com todo respeito professor, tu é mané pra k...
Sendo assim, educador, herói do cotidiano, seja firme e tenaz na sua justa conduta, pois os bons meninos (as) irão se espelhar em você e Paulo Freire de algum lugar nos irá abençoar. Até a barba de Santo ele tinha. Use da mesma malandragem hoje solta na periferia, para mostrar que há ali conhecimento que pode mudar o rumo daquelas vidas.
Faça como Mano Brown, pois do mesmo jeito que “safado” não atravessa a porta da cadeia, da minha sala de aula também não. Existem momentos que Piaget, Vigotsiki, Lacan e tantos outros tem que ficar a margem do processo educacional e você então utilizar seu próprio método.
O processo formal nos coloca em formas, em formol. E se está no formol, está morto.
Eles têm que saber que direitos vêm depois de deveres bem cumpridos. Honestidade, trabalho e pontualidade não podem se dobrar ao vandalismo, pois corre o risco da educação tornar-se algo que se arranhou por si, envolvendo pessoas e ONGs sérias pelo país, como Pe. Lancelotti, para citar apenas um exemplo entre tantos. Não estamos precisando de cadeiras para ficar sentados, GT´S e planejamentos. Estamos precisando de ação palpável e concreta. Sem proselitismo.
Por conta desses valores, quase fui alvo de um B. O. Estamos em uma Pátria onde o Educador pra Delegacia e Renan Calheiros é absolvido. Onde presidente e ex-presidente erram no português ao se criticarem mutuamente por conta da educação. Tem alguma coisa fora do lugar, creio.
Usaria Che para finalizar o real momento da educação na periferia campineira, pois quem sabe assim alcançaremos as 5 premissas do grupo recém montado.
- Hay que endurecer, pero que perder la ternura, jamás.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Estudo 3 Análise de filme
Filme: Elefante
Talvez o incrével jogo de cameras, ou o silêncio angustiante que permanece na maioria das cenas e incrível trilha sonora faz dessa história mais densa e emocionante. O modo de mostrar um trecho da vida de cada personagem sem julgar, efetivamente, a realidade dos fatos. Uma recriaçao do fato ocorrido em Columbine no ano de 1999, o filme se foca no conflito psicológico dos personagens. Uma das melhores cenas, sem dúvida, é a cena do piano. A câmera rodando e a cena acontecendo. O jogo de video game, o piano tocando, e fica no ar a dúvida: O que mais influenciou o menino a matar todo mundo em toda aquela cena que se desenrolava?
Cyro Dias Neto
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Brasil ocupa entre 50º e 54º lugar numa lista de 57 países. Dê sua opinião
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
No modelo atual de escola destacam-se as analises, as indagações, as experiências e os estudos sobre a organização do ato de ensinar com a finalidade especifica de transmitir, de forma sistemática, conhecimentos científicos construídos historicamente.
Quem define, seleciona e organiza esses conhecimentos é o professor, usando como meio opções de metodológicas.
O ato de ensinar diz respeito a definições do professor desses métodos e de suas técnicas, e isso é um desafio.
Vamos falar sobre o ensino por unidades didáticas, deste desafio e o trabalho do professor nesta questão.
Comênio, por exemplo, queria ajudar os professores a ensinar tudo a todos, para ele não havia nenhuma meta fixa para conduzir o aluno (sendo uma coisa importante), as disciplinas não eram relacionadas (não havendo interdisciplinaridade). Ele não conseguiu uma definição, mas deixou-nos registrado a importância da utilização de um método geral do professor para o ensino de todas as disciplinas.
Depois destacam-se outras teorias pedagógicas do século XVIII e meado do século XIX Herbat sistematizou concepções de educação e de ensino fundamentados na filosofia e na psicologia. Para ele aprender era a reação do espírito para a criança obter representações diante das coisas, através dos sentidos.
O adulto coloca a ordem tendo como papel muito importante na condução da educação. O papel do professor é tornar claras as representações que venham à mente das crianças.
Baseados em Herbat, Ziller e Rein definiram um esquema de 5 passos para o ensino, sendo eles: Preparação; Apresentação; Associação; Generalização, Aplicação.
Em 1920, a escola já era compreendida como sociedade em miniatura. E a organização do ensino foi mais generalizada.
No século XX, Dewey sistematizou os princípios da escola nova, para ele a transmissão de interesses, valores e idéias predominantes sobre o pensar e o agir do homem, desenvolve, adapta e conduz o aluno e o progresso social.
O Ensino por unidades segundo Morrison:
O ensino por unidades expressa uma proposta de organização e desenvolvimento do ensino pelo professor e da aprendizagem pelo aluno. Morrison partiu da suposição de que deve haver uma organização intrínseca material a ser ensinado que melhor se ajuste aos princípios da aprendizagem humana. Constituem essa concepção de unidade dois elementos essenciais para o ensino: a unidade, que expressa a organização da matéria de ensino em questão de aspectos importantes; da vida, da ciência, do mundo artístico, da personalidade do estudante, todos os fatores que influenciam nos resultados do processo de aprendizagem.
O estudante é colocado em contato com o ambiente para garantir a adaptação da personalidade. Os resultados disso são adaptações subjetivas no sentido íntimo de modificação de quem aprende. “A unidade, para Morrison, só seria realmente unidade caso seu estudo promovesse uma adaptação”.
Nas ciências essas adaptações significam o entendimento e a compreensão do conhecimento, as atitudes, as apreciações, as artes, essas são todas as habilidades desenvolvidas pelo aluno dentro do seu processo individual de adaptação.
Planejar uma unidade significa, fundamentalmente, promover a integração das experiências significativas do aluno de aprendizagem em um campo unitário.
Em outras palavras esse estudos por unidades têm a função de possuir um conteúdo coerente, promover adaptações de aprendizagens, desenvolver experiências e estudos de uma forma em que isso atue na vida do aluno.
O estudo de unidades segundo Morrison consiste em uma seqüência de cinco momentos que articulam a organização do ensino e da aprendizagem; exploração, apresentação, assimilação, organização, exposição ou culminância.
· Exploração: O professor deve sondar as atitudes e os conhecimentos que os alunos já possuem que se constituem como base para a compreensão de novos estudos e serem realizados. Ou seja, se trata de um estudo sobre os conhecimentos dos alunos para o desenvolvimento de trabalhos mais complexos e aprofundados.
· Apresentação: o conteúdo geral da unidade é apresentado ressaltando a importância do estudo, sua contribuição para o conhecimento com a realidade e sua aplicação prática. É nesse momento em que o aluno entra em contato com os aspectos gerais do novo conhecimento , adquirindo uma visão de conjunto e globalizada do conteúdo da unidade.
Assimilação: o aluno se “transforma em estudante” e desenvolve seu processo de aprendizagem, mediante estudo pessoal e de coleta de dados. O desenvolvimento da aprendizagem nesse momento possui dois objetivos: A) estimular atitudes favoráveis ao estudo, orientando o aluno no uso de técnicas de trabalho intelectual;B)proporcionar condições adequadas para a elaboração dos próprios conceitos- o aluno deve aperfeiçoar sua capacidade critica, aproveitar todas as possibilidades da imaginação criadora, cultivar qualidades de liderança e atitude de iniciativa, dentre outras.
Organização: busca-se fixar e manter a aprendizagem e sistematizar o novo conhecimento. Os alunos elaboram sínteses analíticas, estruturam quadros sinóticos e indicam as relações de subordinação entre as partes e o todo do conteúdo da unidade.
Exposição ou Culminância: o conteúdo desenvolvido pelos estudos da unidade será reelaborado pelos estudantes. O objetivo dessa fase é aperfeiçoar a expressão oral e escrita dos alunos e prepará-los para apresentar relatos de experiências, de pesquisas, de aulas de uma variedade de atividades didáticas.
O planejamento de Ensino por Unidades Didáticas supõe uma organização de ações de ensino e aprendizagem que requerem a atenção do professor.
Valorização dos conhecimentos prévios
Definição dos objetivos didáticos
Estruturação dos conteúdos
Decisões metodológicas
Duração
Avaliação da aprendizagem
Planejando as unidades didáticas
No ensino por Unidades Didáticas, a organização da aula está fundamentada na concepção global e ativa de percepção da realidade pelo aluno e supõe uma atitude do professor diante da classe para desenvolver o ensino e a aprendizagem. O professor acolhe os interesse dos alunos e propicia que se comprometam com seu desenvolvimento pessoal, que revisem a aprendizagem, que exercitem a auto avaliação e o aperfeiçoamento constantes.
Na proposta Morrison, identifica-se a articulação de três dimensões: a dimensão psicológica, no sentido de estar adequada ao nível sincrético da percepção do aluno, sujeito que aprende; a dimensão lógica , voltada para a estrutura conceitual de um todo em que o conteúdo de ensino se situa; a dimensão contextual, que considera a realidade em que o aluno está inserido. Constituem-se em bases e direcionam os estudos, orientam a seleção e a organização dos conteúdos, a seqüência das atividades de ensino e aprendizagem e a avaliação. A definição da organização intrínseca das conteúdos esta fundamentada nas experiências e no contexto sociocultural mais próximos do aluno.
Os conteúdos são traduzidos em atividades individuais e coletivas que propiciam aprendizagens significativas e permitem aos alunos vivenciar experiências, como pro exemplo:tomar decisões;desempenhar papel ativo para investigar, expor,observar, entrevistar, em lugar de escutar e silenciar;entrar em contato direto com a realidade e com situações novas que exijam diferentes interesses e níveis de capacidades.
Essas atividades visam à aquisição/assimilação/produção de conhecimentos e possuem o caráter de investigação e de acompanhamento da aprendizagem do aluno.
Exemplos de itens para compor o planejamento de unidade didática integrada:
1. Justificativa
2. Diagnóstico do nível de desenvolvimento dos estudantes.
3. Organização das atividades de ensino
- Metas educacionais
- Seleção do tópico de pesquisa
- Plano de pesquisa
- Recursos e materiais adequados
- Agrupamento de estudantes
- Organização do desenvolvimento do estudo
- Redação e apresentação das conclusões do desenvolvimento dos estudos realizados pelos aluno sob a orientação do professor
- Avaliação
ENTREGUE NO DIA 23/11/2007, NÃO FOI POSTADO ANTES POR FALTA DE TEMPO.
POSTADO POR WESLEY FERRAZ
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Estudo 3 - Análise de Filme
Em
Na década de 50, o papel das mulheres na sociedade era restrito aos cuidados domésticos e apesar dessas garotas estarem na faculdade, seus objetivos de vida ainda eram o casamento. Katherine trabalha com elas de forma a estimular seu senso crítico e a reavaliarem suas possibilidades de vida. Mostra-lhes que podem trabalhar e serem bem sucedidas sem que isso afete o sonho de constituir uma família.
Aos poucos a professora introduz obras de Pollock e Picasso em suas aulas, gerando choque e estimulando, de forma benéfica, discussões e reflexões.
Filme: Sorriso de Monalisa
Diretor: Mike Newell
Gênero: Drama
Ano: 2004
Sophia C. A. Coelho 06338461
Estudo 3 Análise do Filme
Nesse filme Robbin Willians, interpreta um professor diferente de todos os outros. Ele é uma pessoa forte, carismática e disposta a ajudar seus alunos, tanto na vida escolar, quanto na pessoal.
No começo, seus alunso ficam meio receosos com ele, acham que ele é louco, mas com a passar do tempo, Robbin Willians acaba cativando seus alunos.
Ele ajuda seus alunos não só na escola como fora, suas ações quebram esteriótipos educacionais, possibilitando que seus alunos tivessem novas viões do mundo.
A cena que escolhi nesse filme é a última. Robbin Willlians havia sido demitido, porque um de seus alunos se matou, e as pessoas acreditam que a culpa é dele. Quando ele está quase saindo da sala, seus alunos, sobem nas carteiras e começam a falar “Ah! Meu Capitão!”, fala referida de um dos poemas que eles estudaram junto com o Robbin Willians. Escolhi essa cena, pois ela prova que com um pouco de esforço e possível manter uma boa relação com os alunos, cativá-los e incentivá-los.
Érika Marina Hirata
RA: 06141485
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Estudo 3 Análise do Filme
Tatiana Tedeschi
RA: 06092225
Estudo 3 Análise do filme
Convidado por seu amigo Frank Napier, Joe Clark assumi a diretoria do colégio Eastside em Paterson, Nova Jersey em setembro de 1982. Os problemas encontrados por ele não são poucos.
Considerado o pior colégio da região, com altos níveis de violência, consumo e tráfico de drogas, guerras entre gangues, depredações, o colégio perdeu toda sua base como instituição de ensino.
Os alunos, de maioria negra e hispânica, não têm a menor expectativa de futuro. Apenas como operários na melhor das hipóteses.
A maioria dos professores, desmotivados e assustados.
Eastside não atinge as metas básicas do exame educacional estadual.
O sr. Clark então inicia sua “missão de salvar” o colégio e os alunos.
Extremamente arrogante e autoritário, o diretor usa de métodos pouco ortodoxos para resolver os problemas da instituição. Dizia: “Se não há disciplina, há anarquia. Uma boa cidadania demanda atenção para responsabilidades como bem e como direito”.
Nesse processo, acaba por causar a revolta de alguns membros da sociedade, que acreditam que ele esteja colocando em risco a vida dos alunos ao tomar certas atitudes.
É interessante uma análise na postura que o diretor assumi, um homem de forte personalidade que acredita que a única maneira de resolver os problemas do colégio Eastside é com pulso firme.
Existe o atrito com os professores e outros funcionários, os quais ele julga muitas vezes incompetentes e responsáveis pela atual situação. Impõe suas vontades, discute e repreende professores e alunos.
Chega extremos de demitir alguns professores que o contrariam nos objetivos de ensino traçados.
Porém, acaba compreendendo que é com a colaboração de todos que esse objetivos serão melhor atingidos.
Em sua primeira semana, 300 foram expulsos por vandalismo e posse de drogas.
O diretor passa a chamar seus alunos de “meus fantasmas”, porque é a maneira como o Estado trata a instituição, como se não exitisse.
A forma que trata os alunos, embora severa em certos momentos, demonstra também o carinho e o apreço que tem por cada um deles, visível quando procura as causas dos problemas desses garotos e garotas em suas vidas particulares, auxiliando-os.
E nesse momento, quando ele passa a demonstrar que acredita no potencial desses alunos e a dar-lhes esperança, faz com que acreditem neles mesmos e em uma outra expectativa de futuro, ganha sua admiração e agradecimento.
Meu Mestre, Minha Vida é um filme de 1989, que conta a história verídica de Joe Louis Clark.
A realidade apresentada no filme não é muito diferente da realidade de boa parte das escolas brasileiras: comunidades pobres, grupos sociais excluídos, violência, depredação e as drogas.
É com esse ambiente que a maioria dos futuros professores vai se deparar.
Os métodos tomados por Joe Clark podem, inicialmente parecer extremos e equivocados, (como a expulsão dos alunos mais problemáticos) porém as ações educacionais e projetos juntamente com o empenho dos professores, compromissados com essas mudanças, trazem uma nova perspectiva a esses alunos.
Mas cabe-nos como esses futuros educadores, buscar maneiras de para mudar essa realidade. Cabe-nos não permitir que nossas crianças tornem-se mais fantasmas, como os de Eastside High School.
Título: Meu Mestre, Minha Vida (Lean on Me)
Gênero: Drama
País: Estados Unidos
Ano: 1989
Diretor: John G. Avildsen
Elenco: Morgan Freeman, Beverly Tood, Robert Guillaume, Allan North e Lynne Thigpen
Thiago Teixeira de Magalhães
RA: 06325591
O Sorriso de Mona Lisa - Por Rhelga 06272629
A cena que eu escolhi para analizar é quando a nova professora de artes estréia a sua primeira aula. Ela começa apresentando alguns slides e logo em seguida começa a fazer perguntas às alunas. Ao ouvir as respostas das alunas a professora fica surpresa com o nível de conhecimento da matéria, que é geral. Um pouco desconfiada ela pergunta se alguém ja leu a apostila, e todas as alunas haviam lido, relido e decorado toda a apostila. É neste momento que percebi que não houve interesse da classe em entender e absorver a matéria. Decoravam tudo que estava escrito na apostila e recitavam mecanicamente, sem interesse nem paixão pelo que estavam esdutando, nem ao menos entendiam por que estudavam aquilo. O faziam apenas para ter notas boas e fechar a matéria. Este é um problema que observamos em escolas brasileiras, principalmente as particulares. Os alunos passam por um procesos de "decoreba" muito forte, apenas para passar em um vestibular. Não há sentido em estudar algo que não lhe traz interesse e não desperta a curiosidade. O estudo se torna tediante, mecânico e em um curto espaço de tempo é esquecido.
Estudo 3 Análise do Filme
de Mike Newel
O Sorriso de Monalisa é um filme muito interessante e inspirador,
Conta a história de uma professora que foi aceita por uma escola tradicional dos anos 50 para lecionar história da arte. Esta escola só de mulheres se via envolta de regras familiares e também escolares onde inclusive a arte necessitava de regras para ser aceita como arte. Esta professora que tinha uma visão muito ampla da realidade acredita que pode ajudar as suas alunas a, como é dito no filme “enxergar além da imagem”. Isto é, faze-las enxergar que a realidade não é como se fosse um “conto de fadas” onde exista uma escola perfeita, o par perfeito, a família perfeita, a maneira certa de pensar, a arte verdadeira e perfeita cheia de suas regras, a vida perfeita. Esta professora deseja que suas alunas descubram que a vida delas não pode ser pré-destinada simplesmente a um matrimônio, e que elas acreditem que podem fazer outras coisas em suas vidas como, por exemplo, se formar em uma universidade.
Este filme serve como exemplo para as pessoas, principalmente para futuros educadores, onde acreditar que podem agir e enfrentar as barreiras para fazer o que acham que é realmente importante para seus alunos, não é tarefa fácil, mas é muito positivo e se obtém resultado. É um filme, mas sabemos que um simples gesto pode mudar algumas coisas, e uma persistência pode mudar muitas.
Paulo José Cavalhéri
R.A.: 06030381
Coach Carter
(Treino para a vida)
De Thomas Carter
Este filme é baseado na história real de Ken Carter, um treinador de um time de Basquetebol de uma escola do subúrbio. Este treinador é uma pessoa decidida, e tem o objetivo de treinar seus jogadores não apenas para vencerem os jogos, mas também o acredita que pode ajudar os rapazes a terem um futuro melhor, longe das drogas e da prisão. Para isso estabelece regras para os alunos poderem treinar e participar de jogos, onde uma delas é superar o nível de desempenho acadêmico que até o momento era baixo. O treinador é uma pessoa dura e inflexível, mas talvez seja esta a postura mais adequada onde os alunos não têm o menor respeito para com os professores e para com eles mesmos.
O que este filme tem a acrescentar para educadores é a mensagem que traz consigo, de acreditar na educação e de conscientizar os jovens e alunos de que existe todo um projeto um tanto quanto eficaz de nosso sistema governamental, para a exclusão dos menos favorecidos, que são eles. Também de toda a propaganda do sistema, para que os jovens não acreditem neste esquema. Onde tanta eficácia por parte do governo para que este esquema funcione se dá pelo medo da elite de que a massa se conscientize disso, pois sabem o governo e a elite que se uma parcela considerável da sociedade se conscientizar, todo esquema pode vir por água abaixo.
Paulo José Cavalhéri
R.A.: 06030381
Planejamento e Comunidades de Ensino Inclusivo e Eficaz - Inclusão: Um guia para educadores
Primeiro passo: Desenvolver uma filosofia comum e um plano estratégico.
O desenvolvimento de uma filosofia democrática e comum, seguido de um plano estratégico compõe o primeiro passo. Deve-se, deste modo, enfatizar princípios democráticos de inclusão e atendimento às necessidades do aluno, para que este seja recebido e tratado como membro igualitário da instituição. A participação de todos, incluindo pais, professores, funcionários e toda a comunidade é fundamental neste processo de inclusão, bem como o advento de equipes de formadas de decisão ou forças-tarefa, as quais auxiliam no processo de planejamento, monitoramento e aprimoramento escolares, atendendo assim às mais diversas necessidades dos estudantes e de toda a comunidade. A partir de sua filosofia , a escola pode definir , então, seu plano estratégico.
Segundo passo: Proporcionar uma liderança forte
O passo seguinte consiste na implementação de uma liderança onde o diretor, firme e resoluto deve assumir a responsabilidade de tomar decisões sensatas e coerentes, ao mesmo tempo em que busca proporcionar um ensino de qualidade. O estabelecimento de práticas de auxílio aos professores, bem como o bom relacionamento destes com os alunos são papéis fundamentais a serem assumidos pelo diretor, o qual não deve, por sua vez, se intimidar diante dos desafios, mas assumí-los firme e convictamente.
Terceiro passo: Promover culturas no âmbito da escola e da turma que acolham, apreciem e acomodem a diversidade
A escola não deve se prender apenas às questões acadêmicas, mas ir além, promovendo o ensino e o aprendizado dos valores culturais de uma sociedade, e eliminando, deste modo, os aspectos negativos presentes no local. As amizades e o relacionamento são questões também a serem resolvidas pela escola, uma vez que tratam-se de condições facilitadoras e promotoras da inserção e do aprendizado do aluno. Para que se promovam as amizades, a escola necessita de certas atividades colaborativas, tais como: a inserção do espírito coorporativo, ao invés do competitivo, o estabelecimento de rotinas, uma apresentação positiva do aluno deficiente (‘ou diferente’) aos demais, acomodações necessárias a alunos especiais, além dos valores referentes ao respeito e à cooperação.
Quarto passo: Desenvolver redes de apoio
O desenvolvimento de redes de apoio, tanto para professores quanto para alunos. Muitos professores não sabem lidar com alunos deficientes, e muitos alunos não têm onde recorrer quando são vítimas de exclusão ou problemas do gênero. Logo, as redes têm como objetivos resolver tais problemas, propondo idéias, técnicas, atividades que possam auxiliá-los em assuntos sociais ou acadêmicos . As redes de apoio podem constituir-se por alunos, diretores, professores, pais, psicólogos, terapeutas, etc., e muitas dessas redes têm a liberdade de eleger um facilitador, o qual assume várias responsabilidades, sobretudo o encorajamento das redes naturais de amizade e o apoio às classes de educação regular. É necessário, portanto, a cooperação de todos, inclusive dos alunos que convivem com o estudante “excluído” , a fim de que este não seja super protegido nem rotulado com a situação em que vive.
Quinto passo: usar processos deliberativos para garantir a responsabilidade
Em muitos casos as equipes de apoio podem fracassar se não manterem processos contínuos para garantir o planejamento. Ocorre com freqüência uma grande diferença, entre, o plano de apoio como está escrito, e a real implementação.
Outro problema são as reuniões, que servem apenas para preencherem formulários, nestas mesmas os participantes não levam em consideração o pouco tempo de discussão dos professores, onde esse tempo poderia ser usado em beneficio do aluno, mas não é o que acontece.
A total ineficiência e falta de estratégia dessas reuniões levam a um fracasso do aluno, que no fim das contas é usado como justificativa para a exclusão do mesmo.
São elementos fundamentais para o sucesso do planejamento: a reunião não ser um evento isolado e apenas anual, ser feito com mais freqüência, os monitores devem ter capacitação para resolver situações desafiadoras de maneira oportuna e eficiente; foco nas potencialidades do aluno; inclusão de pais e alunos nas reuniões das equipes de apoio; e manter um atendimento contínuo.
Existem muitos Processos de Planejamento escritos por vários autores, onde estes podem ajudar as equipes de apoio a perceber o que é realmente importante para o aluno. São usadas também matrizes de objetivo/atividade como apoio para as reuniões de equipe. O uso de tais processos ajuda os profissionais a se sentirem mais eficientes e competentes e isso se reflete para o aluno que adquire uma experiência escolar mais rica
Sexto passo: Desenvolver uma assistência técnica organizada e continua
Há certa necessidade de formação mais abrangente aos profissionais e também de haver uma oferta maior de assistência técnica para os professores e profissionais, assim como realizar avaliações para identificar os itens mais urgentes.
Tal plano também deve incluir: a especialização de funcionários; a existência de uma biblioteca acessível e com materiais diversos; ter um plano abrangente; oferecer oportunidades para os educadores novatos e oportunidades para os professores aumentarem suas habilidades.
Sétimo passo: Manter a flexibilidade
A flexibilidade é a chave para manter um ensino de qualidade que inclua todos os alunos com e sem deficiência. Para com os alunos com deficiência, as famílias de tais alunos, são exemplos de como manter a qualidade e educar todos os alunos. As famílias desses alunos nos mostram que para fazer o momento funcionar deve-se agir e experimentar coisas novas e assumir riscos, as famílias também nos ensinam que uma maneira de se fazer isto é sempre estar incluindo o aluno em todas as atividades da escola e não segrega-los.
Os Educadores devem também desenvolver habilidades para lidar com os alunos com necessidades especiais apoiando-os. Além de acreditar no ensino inclusivo.
No livro Enlightened Leadership, Oakley e Krug (1991) discutem sobre a maneira como as pessoas enfrentam situações em que precisam encarar as mudanças em suas vidas. Dizem que existem dois tipos de pensamento para estas situações, um deles é o pensamento reativo onde as pessoas são resistentes as mudanças e não conseguem ter criatividade para que as condições mudem e as coisas funcionem. Outro tipo de pensamento é o pensamento criativo, é o contrario, e as pessoas são abertas a mudanças e fazem da situação problemática uma oportunidade para criar algo que funcione.
Outra importante colocação recomendada por York e Vandercook (1989) é a capacidade por parte dos educadores de resolverem os problemas, mesmo que seja necessário voltar a etapa do planejamento e assim proceder em vez de apelar para que estes alunos sejam encaminhados para classes de educação especial segregadas.
Entende-se também por flexibilidade a capacidade dos educadores de ir além de seus papéis tradicionais, de seus títulos. No trabalho das equipes é que se enxerga claramente esta capacidade dos educadores, onde eles mesmos se vêem atuando em áreas que não se relacionam com seus títulos profissionais, dessa maneira se sentem capazes para renovar seu compromisso e proporcionar uma educação de qualidade para todos os alunos.
Oitavo passo: Examinar e adotar abordagens de ensino efetivas
Para a educação ser eficiente, mesmo onde exista alunos com diferentes níveis de desempenho, é necessário por parte dos educadores que seja feita uma reavaliação de suas abordagens de ensino, principalmente aquelas que mais o agradam. Muitos educadores insistem em usar uma abordagem “tamanho único” para todos os alunos e não levam em consideração que não apenas os alunos com desafios especiais, mas todo o individuo tem uma maneira própria e natural de interpretar a aprendizagem, assim como potencialidades também diferentes. A Teoria das Inteligências Múltiplas nos diz sobre as “potencialidades” individuais de cada aluno e nos sugere abordagens de ensino que se adaptam a estas “potencialidades” onde cada aluno aprende da maneira que for mais cabível a ele.
Existe um mito de que os alunos com deficiência requerem uma educação amplamente diferente da dos alunos sem deficiência. Isso leva os professores da educação regular a acreditarem que são incapazes de educar com êxito os alunos com deficiência.
Uma escola onde exista realmente o ensino inclusivo e apóia seus professores, vê que estes professores acabam por incorporar práticas e abordagens inclusivas em seus repertórios de ensino.
Nono passo: Comemorar os sucessos e aprender com os desafios
É muito importante para uma escola que seu quadro de profissionais seja constituído de pessoas que pensam criativamente, pois estas pessoas estão preparadas para responderem aos desafios que inevitavelmente surgem, para que novas oportunidades de aprendizagem sejam concretizadas. Algo que acontece com freqüência com um modelo de reforma escolar, onde se tem uma pessoa, uma autoridade que luta por essa causa, é que quando essa pessoa não faz mais parte da equipe, é comum que as demais não assumam o papel desta autoridade e voltem a recorrer às práticas antigas. Por isso, é necessário que o modelo de reforma inclusiva se tornem elementos que fazem parte da cultura da escola.
Décimo passo: Estar a par do processo de mudança, mas não permitir que ele o paralise.
Alguns professores usam a teoria das mudanças para promovê-las, e acreditam que as mudanças só podem ocorrer de pouco a pouco, pois uma aceleração no processo resultaria em uma rejeição e uma possível sabotagem aos esforços da reforma. Porém, por relato de professores que mudaram suas praticas com êxito, sabe-se que é pouco valido esperar toda a comunidade escolar estar com o mesmo pensamento para então se seguir um novo passo para as mudanças. Na verdade isto acaba atrasando a aceitação e permite aos que se opõem as mudanças mais tempo para se organizarem em desfavor ao processo. O que se propõe é que não se espere que as atitudes das pessoas em relação as mudanças mude antes da mudança ser implementada, mesmo assim é necessário orientar os indivíduos para que mudem seu comportamento. Os conselhos e diretores das escolas desempenham papel fundamental na implementação das reformas escolares. Por isso, uma das principais causas de fracasso no projeto de reforma, é falta de apoio administrativo. É necessário que os diretores determinem como visão e como norma da escola as pratica inclusivas, de forma que sejam seguidas.
A inclusão não deve ser ignorada, pois o que esta em jogo é a necessidade de alunos que não tem tempo a perder quando a questão é a educação. Além disso, uma educação de qualidade para todos os alunos é uma questão de justiça social e não deve ser negada pela sociedade em geral.
Conclusão
Somente com a união das escolas e comunidades, pode-se garantir uma educação de qualidade para todos. Este guia em especial pode contribuir de forma significativa para aqueles que desejam e estejam comprometidos para uma mudança significativa.
Devemos ter o conhecimento de que todas as escolas que adotam práticas educacionais sólidas colhem resultados muito positivos, e que a inclusão de alunos com deficiência nas salas de aula serve para medir a qualidade do ensino na escola. Dificuldades e barreiras sempre surgirão, mas o importante é ter coragem para enfrentá-las. Apenas dessa forma conseguiremos obter um ensino mais forte e eficiente para todos.
Opinião sobre o texto Inclusão – Um guia para educadores, de C. Beth Schaffner e Bárbara E. Buswell
O próprio termo inclusão (incluir, inserir algo ou alguém dentro de outro algo ou lugar). O que se deve prestar muita atenção é onde esse alguém está sendo incluído, nesse caso, as autoras sugerem a inclusão dos indivíduos no exercício escolar. Mas que exercício escolar é esse?, Que escola é essa?, O que quer essa escola dos alunos? Que tipo de educação esta sendo formada? Vamos incluir nossos alunos no exercício escolar, sendo essa escola uma formadora de indivíduos para o mercado e cidadãos consumidores em potencial, onde não passam de meros reprodutores de um sistema que vai colocá-los como classe a ser dominada, como no caso da educação pública no Brasil?.
Com uma proposta reformista, as autoras levantam elementos básicos para o que chamam de uma boa educação e sugerem alguns princípios básicos para o modelo escolar delas. Os três primeiros passos possuem um ar utópico, idealista que de certo modo seu discurso acaba por ser óbvio de como uma escola deve se comportar tanto institucionalmente quanto como entidade. Mas muitas questões como promover o cooperativismo não o competitivismo acaba entrando contra o que o modelo de mercado neoliberal quer (falando de uma escola que prepara indivíduos para o mercado), e a própria escola com os métodos de avaliação através de notas, e comportamentos acabar por tornar o ensino competitivo.
Contudo, nota-se que os passos seguintes possuem características assistencialistas quanto a proposta de redes de apoio ao aluno não incluído. E organizam através métodos, a forma que a escola e os educadores devem trabalhar para inclusão desses alunos. Métodos estes que a muito servem de base para as equipes de planejamento empresarial norte americanas conduzirem seus problemas no mercado. O texto termina com uma visão empreendedora quanto ao processo de inclusão na escola, com metas a cumprir, desafios, preparações e analise dos resultados obtidos. Tudo isso de forma bem sistemática e metódica, incluindo-se perfeitamente no modelo neoliberal de governo capitalista, e fazendo sua parte dando assistência a um problema que esse próprio sistema produziu.
Grupo: Camila, Ching, Eduardo, Fábio, Gabriel, Luana, Paulo
Estudo 3 Análise do Filme
Direção: Peter Weir
Duração: 129 minutos
Faixa etária – 12 anos
Com Robin Willians no papel do Professor John Keating (Oscar de Melhor Ator)
“Quando o carismático professor de inglês John Keating chega para lecionar num rígido colégio para rapazes, seus métodos de ensino pouco convencionais transformam a rotina do currículo tradicional e arcaico. Com humor e sabedoria, Keating inspira seus alunos a seguirem os próprios sonhos e a viverem vidas extraordinárias”. (sinopse do filme)
O filme destaca a tentativa do professor Keating em inspirar seus alunos a serem mais do que simples zumbis, de se atreverem a ir além de suas expectativas e de seus pais, de se lançarem em busca de sua própria vida. Uma das cenas traduz todo o contexto do filme:
- Quando o professor Keating sobe em sua mesa e diz:
“(...) Eu estou em pé na minha mesa para lembrá-los que devemos constantemente mudar nossa visão. O mundo é bem diferente daqui, vejam por si próprios. (...) Bem, quando você acha que sabe alguma coisa, você tem que olhar sob outro prisma. Apesar de parecer bobagem ou errado, tente. Quando você ler, não considere só a opinião do autor, considere o que você pensa. (...) Você deve encontrar sua própria voz. (...) Quanto mais você esperar para começar, menos chance tem de encontrar tudo. (...) A maioria dos homens vive vidas de desespero dormente. Não se resignem a isso. Fujam! Não caminhem ao abismo como zumbis. Olhem ao seu redor. Atrevam-se se destacar e encontrar novo solo. (...)
Vimos que apesar da estória ser passada nos anos 50, nos Estados Unidos, o contexto escolar é bem atual, pois hoje vemos que a maioria das escolas segue um modelo arcaico e tradicional, onde o aluno apenas apreende o que está no currículo de base de maneira decorativa e de forma não questionável. Aos alunos, na maioria, não é permitido ou incentivado que eles pensem, que pesquisem e descubram além, são podados e discriminados por não aceitarem as normas e regras pré-estabelecidas. Os que se negam à obediência cega são rotulados e recriminados. Aos professores que se atrevem de alguma forma a mudar a tradição, ou inovar em seu método particular de ensinar, são considerados revolucionários, causadores de problemas e rebelião entre os alunos. Hoje, assim como no filme, poucos são os jovens alunos que se atrevem a “subir nas carteiras” para olhar além, para buscar novos horizontes, para ganhar o mundo e descobrir a própria vida.
Márcia Cristina de Castro
Estudo 3 Análise do Filme
Cena: O momento em que os alunos se recusam a jogar, após as correntes da porta do ginásio terem sido cortadas. É o momento em que eles percebem o quanto o treinador se importava com eles, e o quanto as atitudes dele eram pensadas para o bem dos alunos. Na minha opinião momentos assim, valem todo o esforço que um educador tem para passar uma mensagem, momentos como este mostram que ele conseguiu, que mudou alguma coisa na cabeça de seus alunos.
Para mim a cena mais emocionante de um filme, que no geral não me agradou muito, mais que passa essa mensagem de “esperança” aos professores, técnicos, mentores, pais, etc.
Considerações Gerais: Trata-se de um filme que apesar de "baseado numa história real" se perde em meio a clichês e mensagens de esperança e "quem acredita sempre alcança", ou seja, uma história real que usa pó de arroz holywoodiano.
Bruno Rodrigues Maiorini
Estudo 3 Análise do Filme
EUA, 2005
O filme retrata a simples mas ao mesmo tempo complicada idéia de que se realmente quisermos podemos mudar qualquer coisa nesse mundo, inclusive seu próprio sistema.
O fato de você acreditar muito em uma coisa e querer alterá-la mesmo que todo mundo seja contra você, já faz do filme passar a total idéia de qual é a sua mensagem para os outros.
É incrível a quantidade de filmes que retratam essa realidade porém sua porcentagem de reflexão é muito baixa, podemos assistir ao filme, adotar sua idéia mas infelizmente não conseguir mudar o sistema no qual estamos apegados e/ou simplesmente servimos por livre e espontânea pressão massiva.
Pedro Marin
Estudo 3: Análise de Filmes.
EUA, 2005
Posso dizer em poucas palavras o que se retrata o filme: amor ,esperança,e acima de tudo respeito e acreditar e nos mesmos como seres humanos o filme retrata bem isso que basta uma pessoa para poder mudar um mundo. Repleto de marginalidade ,drogas, prostituição. E lógico que as coisas não são fáceis nun lugar onde so e conhecido isso voce chegar e mudar tudo de uma hora para outra mas se tiver perseverança respeito.E acreditar isso pode ser . na verdade ofilme retrata que não que as vezes vc so precissa de uma orientação e alguem para mostrar o caminho para que possa tomar a decisao certa entao o filme passa a mensagem que não devemos desitir tao facil se queremos mudar algo e que por mais que os outros nos digam que não tem solucao devemos acreditar que podemos mudar mesmo que tudo pareça perdido ,devemos acreditar e nos mesmos como seres humanos e mostrar que as vezes podemos mudar algo ou diferencia –lo se alguém .estender suas mãos e nos mostrar o caminho correto e não simplesmente desitir no primeiro obstáculo que aparece por isso o filme nos diz que devemos acreditar e nos mesmos e nos outras e que podemos mudar se realmente desejarmos.
Filme: O sorriso de Mona Lisa
Em 1953, a recém-graduada Katherine Watson (Julia Roberts) torna-se professora de História da Arte do respeitado e conservador colégio Wellesley. Decidida a lutar contra normas tradicionais que existem na sociedade e no próprio colégio, a jovem professora inspira suas alunas, como Betty (Kirsten Dunst) e Joan (Julia Stiles), a vencer seus desafios de vida. A personagem que interpreta a professora de história da arte possui ideais feministas e polêmicos para o pensamento social da época, com esses ideais ela queria mudar a mente de jovens garotas da década de 50. O contexto escolar e social feminino era basicamente constituído; no ensino apenas em se formar até o ensino médio (colégio) e na vida social logo após o término dos estudos elas eram direcionadas a serem esposas determinadas.
Katherine, ao chegar no colégio retratado no filme tenta mudar essa situação, começando pelas suas aulas dinâmicas de artes, em que dentro do conteúdo havia análises de obras (não das figuras das obras, mas sim das próprias obras referentes). A partir desse novo conceito dos métodos de ensino, ela parte também para um mudança da vida social e pessoal das garotas do colégio Tenta fazer não apenas que as estudantes se empenharem como esposas “perfeitas” mas que busquem algo mais fundamental para as suas vidas, que se realizem nas coisas que desejam fazer, pessoalmente e profissionalmente. Basicamente o ensino, a escola retratada nesse filme não fica apenas dentro da metodologia da sala de aula, mas também faz parte do ensino para um contexto social, cultural e para a vida.
Mariela Oliveira Augusto